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Serviços / Projetos

Serviços

Recrutamento e Seleção
Recrutamento e Seleção

A AME com sua expertise na área da deficiência, conta com uma unidade de recrutamento e seleção.

Dispõe de um conjunto de técnicas e procedimentos que visa atrair candidatos com potencial para ocupar cargos nas organizações atendendo a lei de cotas.

Através de um cuidadoso planejamento e um sistema eficiente de banco de dados, vem atuando nesse segmento com altos índices de eficácia.

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Como contratar pessoas com deficiência
Curso – Como contratar pessoas com deficiência

Quando pensamos na contratação de pessoas com deficiência surgem muitas questões:

Afinal o que muda na hora de contratar profissionais com deficiência?

Onde encontrá-los?

Como sei se a deficiência desse profissional é contemplada na legislação?

Que tipo de perguntas posso fazer?

Posso aplicar os mesmos testes?

Foi com o objetivo de dar uma resposta a todas essas questões que a AME criou esse curso que visa municiar o profissional de RH para conduzir o processo de seleção com autonomia e conhecimento das especificidades.

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Sensibilização
Sensibilização

O contato com a deficiência pode suscitar sentimentos e reações que afetem o relacionamento profissional.

A sensibilização precede o ingresso do colaborador com deficiência na empresa, e é realizada junto aos gestores e futuros colegas de trabalho.

Através de palestras e vivências busca orientar e transmitir informações que permitam conhecer as características dos diferentes tipos de deficiência.

A sensibilização visa também estimular os participantes a expressar seus sentimentos, perceber os conceitos e crenças frequentemente associados com a deficiência, propiciar uma melhor compreensão do tema, e possibilitar a revisão de atitudes frente às pessoas com deficiência.

Principais objetivos da sensibilização:

• Desmistificar a deficiência

• Trabalhar conteúdos eventualmente equivocados

• Explorar as crenças, mitos e preconceitos

• Trabalhar resistências

• Criar uma expectativa positiva no grupo

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Legislação

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Normas Técnicas
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OIT
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Diretrizes da OIT (Organização Internacional do Trabalho)

A OIT (Organização Internacional do Trabalho) é um órgão da ONU (Organização das Nações Unidas), sendo constituído por representantes dos governos, empregados e empregadores.

Tem por objetivos:

  • Prestar assistência técnica aos governos
  • Melhorar as condições de trabalho
  • Recomendar legislações sobre salários, acidentes de trabalho e Previdência Social
  • Garantir liberdade e autonomia sindicais

Quanto ao trabalho das pessoas com deficiência produz orientações desde o início de suas atividades:

1925: Recomendação nº 22 – dispõe sobre a indenização por acidentes de trabalho. Foi a primeira Recomendação da OIT a conter disposições relacionadas à reabilitação profissional dos trabalhadores com deficiência. 

1955: Recomendação nº 99 – dispõe sobre a adaptação e a reabilitação profissional dos incapacitados. É uma recomendação autônoma que propõe a participação das pessoas com deficiência na orientação profissional, formação e colocação, quando for pertinente.

1983 – Convenção nº 159 – dispõe sobre a reabilitação profissional e o emprego para pessoas incapacitadas. Esta Convenção exige que os países membros desenvolvam práticas e responsabilidades para formular, aplicar e revisar periodicamente uma política nacional sobre reabilitação profissional e emprego para as pessoas com deficiência.

1983 – Recomendação nº 168 – Acompanha a Convenção nº 159 e oferece conselhos para a sua aplicação. Prevê a participação comunitária no processo, a reabilitação profissional em áreas rurais, contribuições de empregadores, empregados e das próprias pessoas com deficiência na formulação de políticas específicas.

2001 – Repertório de recomendações práticas sobre a “Gestão de questões relativas a deficiência nos locais de trabalho”. Soma-se à série de Normas que a OIT utiliza em seu trabalho de promoção do emprego de pessoas com deficiência. Reflete os avanços alcançados na compreensão da deficiência em sua legislação, políticas e serviços que se relacionam com as pessoas com deficiência desde 1983.

Visa garantir a inclusão, com os seguintes objetivos:

  • Assegurar que pessoas com deficiência tenham igualdade de oportunidades no local de trabalho
  • Melhorar as perspectivas de emprego para as pessoas com deficiência, facilitando sua contratação, reinserção profissional, manutenção de emprego e oportunidades de promoção
  • Promover um lugar de trabalho seguro, acessível e saudável
  • Fazer com que os gastos dos empregadores em relação à deficiência dos trabalhadores se reduzam ao mínimo, incluídos, em alguns casos, os pagamentos com assistência médica e seguros
  • Maximizar a contribuição que os trabalhadores com deficiência podem trazer para a empresa

2004 – Recomendação nº 195 – sobre o Desenvolvimento dos Recursos Humanos. Apela aos países membros para que desenvolvam políticas e programas exaustivos e coordenados de informação, orientação e formação profissional, inclusive para pessoas com deficiência.

Segundo a OIT, as gestões relativas à deficiência no local de trabalho devem ser consideradas partes integrantes da estratégia de desenvolvimento de Recursos Humanos e também prioritários para o êxito da empresa.

Devem sempre seguir a legislação e contar com a colaboração de representantes dos trabalhadores com e sem deficiência.

A estratégia deve incluir, quando necessário, consultas a serviços de órgãos especializados para assegurar que a pessoa com deficiência assuma cargos que correspondentes às suas habilidades.

Lei nº 7.405 de 12 de Novembro de 1985

A Lei nº 7.405 de 12 de Novembro de 1985 torna obrigatória a colocação do “Símbolo Internacional de Acesso” em todos os locais e serviços que permitam sua utilização por pessoas com deficiência e dá outras providências.

Art 1º - É obrigatória a colocação, de forma visível, do “Símbolo Internacional de Acesso”, em todos os locais que possibilitem acesso, circulação e utilização por pessoas com deficiência, e em todos os serviços que forem postos à sua disposição ou que possibilitem o seu uso.

Art 3º - Só é permitida a colocação do “Símbolo Internacional de Acesso” na identificação de serviços cujo uso seja comprovadamente adequado às pessoas com deficiência.

Art 4º - É obrigatória a colocação na identificação dos seguintes locais e serviços, dentre outros de interesse comunitário:

II – prédios onde funcionam órgãos ou entidades públicas, quer de administração ou de prestação de serviços;

III – edifícios residenciais, comerciais ou de escritórios

IX – auditórios para convenções, congressos e conferências

XIII – sindicatos e associações profissionais

XX – locais e respectivas vagas para estacionamento

XXI – Sanitários adaptados

XXII – Elevadores com dimensões apropriadas

Art 5º - O “Símbolo Internacional de Acesso” deverá ser colocado, obrigatoriamente, em local visível ao público, não sendo permitida nenhuma modificação ou adição ao desenho reproduzida (SIA)

Art 6º - É vedada a utilização do “Símbolo Internacional de Acesso” para finalidade outra que não seja a de identificar, assinalar ou indicar local ou serviço habilitado ao uso de pessoas com deficiência.

Constituição da República Federativa do Brasil (1988)


A Constituição Federal de 1988 tem como princípio fundamental a igualdade, sendo que esse princípio de igualdade é mencionado ao longo do texto da Constituição.

A Constituição ainda assegura como objetivo fundamental da República Federativa do Brasil a construção de uma sociedade livre, justa e solidária, além da promoção do bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer formas de discriminação, significando portanto, que todos os brasileiros são iguais em direitos e obrigações. (Art.5º)

Art.7º: Parágrafo XXXI – Proibição de qualquer discriminação no tocante a salário e critérios de admissão do trabalhador com deficiência

Art.24: Parágrafo XIV – Proteção e Integração Social das pessoas com deficiência

Art. 37: Parágrafo VIII – A lei reservará percentual dos cargos e empregos públicos para as pessoas com deficiência e definirá os critérios de sua admissão.

Art. 227: §1º (II) – Prevê criação de programas de prevenção e atendimento especializado para pessoas com deficiência, bem como de integração social, mediante o treinamento para o trabalho, e a facilitação do acesso aos bens e serviços coletivos, com a eliminação de preconceitos e obstáculos arquitetônicos


§2º - A lei disporá sobre normas de construção dos logradouros e dos edifícios de uso público, a fim de garantir acesso adequado às pessoas com deficiência


Art. 244:
Adaptação de logradouros e edifícios de uso público às pessoas com deficiência...

Lei nº 7.853 de 24 de Outubro de 1989

Política Nacional para Integração da Pessoa com Deficiência: Dispõe sobre o apoio às pessoas com deficiência, sua integração social... e dá outras providências

 

Art.1º: Ficam estabelecidas normas gerais que asseguram o pleno exercício dos direitos individuais e sociais da pessoa com deficiência, e sua efetiva integração social.


§1º: Na aplicação e interpretação desta Lei, são considerados os valores básicos da igualdade de tratamento e oportunidade, da justiça social, do respeito à dignidade da pessoa humana, do bem estar, e outros...

§2°: Afastamento de discriminações e preconceitos de qualquer espécie...

 

Art. 2º: Assegura às pessoas com deficiência o pleno exercício de seus direitos básicos, inclusive educação, saúde, trabalho... que propiciem seu bem-estar pessoal, social e econômico

 

II – na área da saúde: ... desenvolvimento de programas especiais de prevenção de acidente de trabalho; criação de uma rede de serviços especializados em reabilitação e habilitação

 

III – na área da formação profissional e do trabalho:

 a)O apoio governamental à formação profissional e a garantia de acesso aos serviços concernentes, inclusive aos cursos regulares voltados à formação profissional

 b)O empenho do Poder Público quanto ao surgimento e a manutenção de empregos... destinado à população com deficiência

 c)A promoção de ações eficazes que propiciem a colocação de pessoas com deficiência nos setores públicos e privados

 d)A adoção de legislação específica que discipline a reserva de mercado de trabalho, em favor das pessoas com deficiência nas entidades públicas e privadas...

 

Lei nº 8.213 de 24 de Julho de 1991

 

A chamada “Lei de Cotas” refere-se ao Artigo 93 da Lei Federal nº 8.213 de 24 de Julho de 1991. Essa Lei dispõe sobre os planos de benefícios da Previdência Social e outras providências.

No Artigo 93 estão descritas as cotas de contratação de pessoas com deficiência e/ou reabilitados do INSS para empresas com 100 (cem) ou mais funcionários. O percentual a ser preenchido varia de 2 a 5%, conforme esquema abaixo:

 

100 a 200 funcionários – 2%

201 a 500 funcionários – 3%

501 a 1000 funcionários – 4%

...1001 funcionários – 5%

 

§1º - A dispensa de trabalhador reabilitado ou de deficiente habilitado ao final de contrato por prazo determinado de mais de 90 (noventa) dias, e a imotivada, no contrato por prazo indeterminado, só poderá ocorrer após a contratação de substituto de condição semelhante.

§2º - O Ministério do Trabalho e da Previdência Social deverá gerar estatísticas sobre o total de empregados e as vagas preenchidas por reabilitados e deficientes habilitados, fornecendo-as quando solicitado, aos sindicatos ou entidades representativas dos empregados.

 

Fiscalização: O Papel do Ministério Público e da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE)

 

A fiscalização fica por conta da Superintendência Regional do Trabalho e emprego (SRTE) e do Ministério Público.

Quanto a SRTE, em alguns momentos busca-se um Pacto Coletivo: Acordo entre a própria SRTE com um conjunto de empresas e sindicato patronal.

Quanto ao Ministério Público, em alguns momentos busca-se um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta): Acordo firmado entre o Ministério Público e a parte interessada, para regularização.

A SRTE pode prescrever um TAC também.

 

Lei nº 8.742 de 07 de Dezembro de 1993 (BPC/LOAS)

O Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social (BPC) previsto na Lei Orgânica de Assistência Social (LOAS), é pago pelo governo federal.

O benefício visa permitir a idosos e pessoas com deficiência um pagamento de um salário mínimo mensal. Porém, é concedido somente nos casos abaixo:

Idosos: ter 65 ou mais anos de idade; não receber nenhum benefício previdenciário ou de outro regime de previdência e ter a renda mensal familiar per capita inferior a ¼ do salário mínimo vigente.

 

Pessoa com Deficiência: Caso em que a renda mensal familiar per capita seja inferior a ¼ do salário mínimo e a sua deficiência o incapacite para a vida independente e para o trabalho – avaliação que será realizada pelo serviço de perícia médica do INSS.

 

As pessoas com deficiência aptas para o trabalho não recebem o benefício, uma vez que o mesmo é destinado a pessoas que, além de comprovar a baixa renda familiar, sejam incapacitadas para o trabalho e vida independente.

Portanto, o benefício cessa no momento em que a pessoa começa a trabalhar!

Lei nº 9394 de 20 de Dezembro de 1996 – Lei de Diretrizes e Bases  da Educação Nacional

 

Capítulo V – Educação Especial

 

Art.58: Entende-se por educação especial para os efeitos desta Lei, a modalidade de educação escolar, oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos com necessidades especiais.

 

§1º: Haverá quando necessário, serviços de apoio especializado, na escola regular, para atender as peculiaridades da clientela de educação especial.

§2º: O atendimento educacional será feito em classes, escolas ou serviços especializados, sempre que em função das condições específicas dos alunos, não for possível a sua integração nas classes comuns do ensino regular.

§3º: A oferta da educação especial, dever constitucional do Estado, tem início na faixa etária de zero a seis anos, durante a educação infantil.

 

Art.59: Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com necessidades especiais:

 

I - currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e de organização específicos para atender às suas necessidades;

II - terminalidade específica para aqueles que não puderem atingir o nível exigido para a conclusão do ensino fundamental, em virtude de suas deficiências, e aceleração para concluir em menor tempo o programa escolar para os superdotados;

III - professores com especialização adequada em nível médio ou superior, para atendimento especializado, bem como professores do ensino regular capacitados para a integração desses educandos nas classes comuns;

IV - educação especial para o trabalho, visando a sua efetiva integração na vida em sociedade, inclusive condições adequadas para os que não revelarem capacidade de inserção no trabalho competitivo, mediante articulação com os órgãos oficiais afins, bem como para aqueles que apresentam uma habilidade superior nas áreas artística, intelectual ou psicomotora;

V - acesso igualitário aos benefícios dos programas sociais suplementares disponíveis para o respectivo nível do ensino regular;

Art.60: Os órgãos normativos dos sistemas de ensino, estabelecerão critérios de caracterização das instituições privadas sem fins lucrativos, especializadas e com atuação exclusiva em educação especial, para fins de apoio técnico e financeiro pelo Poder Público.

Parágrafo Único: O Poder Público adotará como alternativa preferencial, a ampliação do atendimento aos educandos com necessidades especiais na própria rede pública regular de ensino, independentemente do apoio às instituições previstas neste artigo.

 

Decreto 3298 de 20 de Dezembro de 1999

 

Regulamenta a Lei n° 7853 de 24/10/1989.

Política Nacional para a Integração da pessoa com deficiência.

Assegurar o pleno exercício dos direitos individuais e sociais das pessoas com deficiência.

  1. Direito à educação, saúde, trabalho, desporto, turismo, lazer, previdência social, assistência social, transporte, edificação pública, habitação, cultura, amparo à infância e à maternidade, ou outros que propiciem bem-estar pessoal, social e econômico.


Capítulo II – Princípios
 

  1. Art 5. Parágrafo III – Respeito às pessoas portadoras de deficiência, que devem receber igualdade de oportunidades na sociedade por reconhecimento dos direitos que lhes são assegurados

 

Capítulo IV - Objetivos
 

  1. Art 7. Parágrafo I – Acesso, ingresso e permanência da pessoa com deficiência em todos os serviços oferecidos à comunidade


Parágrafo IV
– Formação de recursos humanos para atendimento da pessoa portadora de deficiência.

  

Lei nº 10.048 de 08 de Novembro de 2000

 

Esta Lei oferece prioridade de atendimento às pessoas que especifica (pessoas com deficiência e com mobilidade reduzida) e dá outras providências.

 

Artigos 1º e 2º: Atendimento prioritário; serviço individualizado; tratamento diferenciado e serviço imediato.

 

Lei nº 10.098 de 19 de Dezembro de 2000

 

Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida e dá outras providências

 

Capítulo IV: Acessibilidade nos edifícios públicos ou de uso coletivo

 

Art. 11: A construção, ampliação ou reforma de edifícios públicos ou privados destinados ao uso coletivo deverão ser executadas de modo que sejam ou se tornem acessíveis às pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida.


Parágrafo único:
Para os fins do disposto neste artigo, na construção, ampliação ou reforma de edifícios públicos ou privados destinados ao uso coletivo, deverão ser observados pelo menos, os seguintes requisitos de acessibilidade:

 

I – nas áreas externas ou internas da edificação, destinadas a garagem e a estacionamento de uso público, deverão ser reservadas vagas próximas dos acessos de circulação de pedestres, devidamente sinalizadas...

 

II – pelo menos um dos acessos ao interior da edificação deverá estar livre de barreiras arquitetônicas e de obstáculos que impeçam ou dificultem a acessibilidade de pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida;

 

III – pelo menos um dos itinerários que comuniquem horizontal e verticalmente todas as dependências e serviços do edifício, entre si e com o exterior, deverá cumprir os requisitos de acessibilidade de que trata esta Lei;

 

IV – os edifícios deverão dispor, pelo menos, de um banheiro acessível, distribuindo-se seus equipamentos e acessórios de maneira que possam ser utilizados por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida.

 

Capítulo VIII – Disposições sobre Ajudas Técnicas

 

Art. 21: O Poder Público, por meio dos organismos de apoio à pesquisa e das agências de financiamento, fomentará programas destinados:

 

I – Promoção de pesquisas científicas voltadas ao tratamento e prevenção de deficiências;

 

II – Desenvolvimento tecnológico orientado à produção de ajudas técnicas para as pessoas com deficiência;

 

III – Especialização de Recursos Humanos em acessibilidade;

 

Capítulo X – Art.24: O Poder Público promoverá campanhas informativas e educativas dirigidas à população em geral, com a finalidade de conscientizá-la e sensibilizá-la quanto à acessibilidade e à integração social da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida.


Decreto 3956 de 08 de Outubro de 2001

 

Promulga a Convenção Interamericana para a Eliminação de todas as formas de discriminação contra as pessoas portadoras de deficiência.

Congresso Nacional aprova o texto da Convenção Interamericana por meio do Decreto Legislativo nº198 de 13 de Junho de 2001

Eliminação de Barreiras Atitudinais !

Reafirma que as pessoas portadoras de deficiência têm os mesmos direitos humanos e liberdades fundamentais que outras pessoas e que estes direitos, inclusive o direito de não serem submetidas a discriminação com base na deficiência, emanam da dignidade e da igualdade que são inerentes a todo ser humano.

O termo “discriminação contra as pessoas com deficiência” significa toda diferenciação, exclusão ou restrição baseada em deficiência, presente ou passada, que tenha o propósito de impedir ou anular o reconhecimento ou exercício por parte das pessoas com deficiência e de seus direitos humanos e liberdades fundamentais.

 

Propõe trabalho prioritário na seguinte área:

 

“Sensibilização da população, por meio de campanhas de educação, destinadas a eliminar preconceitos, estereótipos e outras atitudes que atentam contra o direito das pessoas a serem iguais, permitindo desta forma o respeito e a convivência com as pessoas com deficiência” (Artigo III da Convenção)

 

ABNT NBR 9050 de 30 de Junho de 2004

 

Norma Brasileira que trata da acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos.

Ergonomia voltada às pessoas com deficiência – Adaptação das condições de trabalho às características psico-fisiológicas dos trabalhadores

 

Decreto 5296 de 02 de Dezembro de 2004

 

Regulamenta as Leis 10.048 e 10.098, ambas de 2000.

 

Artigo 6° - O atendimento prioritário compreende tratamento diferenciado e imediato

 

§1 ° O tratamento diferenciado inclui dentre outros:

  • Espaços.
  • Instalações acessíveis.
  • Mobiliário de Recepção e Atendimento adaptado (ABNT).
  • Serviço de atendimento em LIBRAS.
  • Sinalização ambiental.
  • Admissão de entrada e permanência de cão-guia.
  • Telefone para Deficiente Auditivo.
  • Pessoal capacitado.

 

Eliminação de Barreiras : Qualquer entrave ou obstáculo que limite ou impeça o acesso, a liberdade de movimento, a circulação com segurança e a privação à comunicação e informação.

 

Art.14 – Promoção da acessibilidade... Normas Técnicas da ABNT.

    Rebaixamento de calçadas com rampa acessível ou elevação da via para travessia de pedestre em nível.

    Instalação de Piso Tátil direcional e de alerta.

    Mobiliário urbano que garanta a aproximação segura de deficientes visuais.

    Mobiliário que garanta a aproximação, alcance visual e manual para deficientes físicos, em especial usuários de cadeira de rodas.

 

Art.22 – A construção, ampliação ou reforma de edificações de uso público ou de uso coletivo devem dispor de sanitários acessíveis destinados ao uso por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida.

 

Art.25 – Nos estacionamentos externos ou internos das edificações de uso público, coletivo ou localizados nas vias públicas serão reservados pelo menos 2% do total de vagas para veículos que transportem pessoa com deficiência física ou visual, sendo assegurada no mínimo, uma vaga em locais próximos à entrada principal ou ao elevador .

Com a chegada do Decreto 5296/04, mudou-se as definições sobre deficiência do Decreto 3298/99 (Artigo 4º) e revogou-se os Artigos 50 a 54 também do Decreto 3298/99 (Acessibilidade na Administração Pública Federal)

 

Lei nº 11.126 de 27 de Junho de 2005

 

Dispõe sobre o direito do deficiente visual de ingressar e permanecer em ambientes de uso coletivo acompanhado de cão –guia.

 

Foi regulamentada pelo Decreto 5.904 de 21/09/06.

 

Artigo 1°: A pessoa com deficiência visual usuária de cão-guia tem o direito de ingressar e permanecer com o animal em todos os locais públicos ou privados de uso coletivo.

§2°: É vedada a exigência do uso de focinheira nos animais que trata este Decreto, como condição para o ingresso e a permanência nos locais permitidos

Exceções: Setores de isolamento (estabelecimentos de saúde) e em áreas de preparação e armazenamento de alimentos.

 

Decreto 5626 de 22 de Dezembro de 2005

 

Regulamenta a Lei nº 10.436 de 24 de Abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras, e o Art.18 da Lei nº 10.098 de 19 de Dezembro de 2000.

 

Art. 2°: Para os fins deste Decreto, considera-se pessoa surda aquela que, por ter perda auditiva, compreende e interage com o mundo por meio de experiências visuais, manifestando sua cultura principalmente pelo uso da Língua Brasileira de Sinais – Libras.


Parágrafo único: Considera-se deficiência auditiva, a perda bilateral, parcial ou total, de quarenta e um decibéis (dB) ou mais, aferida por audiograma nas frequências de 500Hz, 1000Hz, 2000Hz e 3000Hz.

 

Capítulo II – Inclusão da Libras como Disciplina Curricular

 

Art 3º: A Libras deve ser inserida como disciplina curricular obrigatória nos cursos de formação de professores para o exercício do magistério, em nível médio e superior, e nos cursos de Fonoaudiologia, de instituições de ensino, públicas e privadas, do sistema federal de ensino e dos sistemas de ensino dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

 

§1º: Todos os cursos de licenciatura, nas diferentes áreas do conhecimento, o curso normal de nível médio, o curso normal superior, o curso de Pedagogia, e o curso de Educação Especial são considerados cursos de formação de professores e profissionais da educação para o exercício do magistério.

§2º: A Libras constituir-se-á em disciplina curricular optativa nos demais cursos de educação superior e na educação profissional, a partir de um ano da publicação deste Decreto.

 

Capítulo IV – Uso e Difusão da Libras e da Língua Portuguesa para o Acesso das Pessoas Surdas à Educação

 

Art 14º: As instituições federais de ensino devem garantir, obrigatoriamente às pessoas surdas, acesso à comunicação, à informação e à educação nos processos seletivos, nas atividades e nos conteúdos curriculares desenvolvidos em todos os níveis, etapas e modalidades de educação, desde a educação infantil até a superior.

 

Art 24º: A programação visual dos cursos de nível médio e superior, preferencialmente os de formação de professores, na modalidade de educação a distância, deve dispor de sistemas de acesso à informação como janela com tradutor e intérprete de Libras-Língua Portuguesa e subtitulação por meio do sistema de legenda oculta, de modo a reproduzir as mensagens veiculadas às pessoas surdas, conforme prevê o Decreto nº 5296 de 02 de Dezembro de 2004.

 

Capítulo VIII: Papel do Poder Público e das Empresas que detêm Concessão ou Permissão de Serviços Públicos, no apoio ao uso e difusão da Libras

 

Art 26º: A partir de um ano da publicação deste Decreto, o Poder Público, as empresas concessionárias de serviços públicos, e os órgãos da administração pública federal, direta e indireta devem garantir às pessoas surdas, o tratamento diferenciado, por meio do uso e difusão de Libras e da tradução e interpretação de Libras-Língua Portuguesa, realizados por servidores e empregados capacitados para essa função, bem como o acesso às tecnologias de informação, conforme prevê o Decreto nº 5296 de 02 de Dezembro de 2004.

 

Convenção da ONU ratificada pelo Congresso Nacional em 09 de Julho de 2008 pelo Decreto Legislativo nº 186/2008

 

Decreto Legislativo nº 186 de 2008: Aprova o texto da Convenção da ONU sobre os direitos das pessoas com deficiência

 

O propósito da Convenção é promover, proteger e assegurar o exercício pleno e equitativo de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais por todas as pessoas com deficiência e promover o respeito por sua dignidade inerente.


Artigo 3: Princípios Gerais: 

  • Respeito pela dignidade inerente, a autonomia individual, inclusive a liberdade de fazer as próprias escolhas e a independência das pessoas.
  • A não-discriminação
  • A plena e efetiva participação e inclusão na sociedade
  • O respeito pela diferença e pela aceitação das pessoas com deficiência como parte da diversidade humana e da humanidade
  • A igualdade de oportunidades
  • A acessibilidade

 

Artigo 8: Conscientização 

  • Conscientizar toda a sociedade, inclusive as famílias, sobre as condições das pessoas com deficiência e fomentar o respeito pelos direitos e pela dignidade das pessoas com deficiência
  • Combater estereótipos, preconceitos e práticas nocivas em relação a pessoas com deficiência
  • Promover a conscientização sobre as capacidades e contribuições das pessoas com deficiência
  • Promover o reconhecimento das habilidades, dos méritos e das capacidades das pessoas com deficiência e de sua contribuição ao local de trabalho e ao mercado laboral
  • Promover programas de formação sobre sensibilização a respeito das pessoas com deficiência e sobre os direitos das pessoas com deficiência

 

Artigo 27: Trabalho e Emprego

 

Proibição de Discriminação

Condições de Igualdade

Condições Justas e Favoráveis de Trabalho (remuneração, condição segura e salubre,etc...)

Direitos Trabalhistas e Sindicais

Acesso efetivo a programas de orientação técnica, profissional, serviços de colocação no trabalho e de treinamento profissional e continuado

Promoção de oportunidades e ascensão profissional

Promoção de oportunidades de trabalho autônomo, empreendedorismo, cooperativas, etc...

Empregar pessoas com deficiência no setor público e privado

Prever adaptações no local de trabalho

Promoção de Reabilitação Profissional

 

Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE) – Portaria nº 92 de 06 de Outubro de 2010

 

Estabelece medidas a serem adotadas no âmbito da Superintendência regional do Trabalho e Emprego do Estado de São Paulo, visando a celebração de pactos para a inclusão das pessoas com deficiência no mercado de trabalho


Modalidade da atividade desenvolvida pelo empregador

Contingente de mão-de-obra de pessoas com deficiência existente na localidade

Características do estabelecimento

Perfis Profissiográficos

Ações Programáticas

Condição para utilização com segurança e autonomia

Inclusão no PCMSO e PPRA

Acompanhamento da CIPA

O que sua empresa precisa para atender o colaborador com deficiência

Quando programas de inclusão nas empresas são desenvolvidos, a preparação dos profissionais de Recursos Humanos para a adequada gestão destes colaboradores, é peça-chave para uma inclusão que se preocupa não só com a contratação em si, mas também com a retenção dos trabalhadores com deficiência.

Incluir pessoas com deficiência no ambiente de trabalho envolve diferentes etapas, como recrutamento/seleção, oferecimento de oportunidades adequadas de trabalho, ambientes acessíveis, oportunidades de crescimento dentro da empresa, treinamento dos gestores e da área envolvida e programas de retenção.

A diversidade humana precisa ser reconhecida como algo benéfico e produtivo para a organização.

A AME, com sua vasta experiência nos processos de inclusão de funcionários com deficiência, assessora as organizações, independentemente do seu ramo de atuação, no correto recrutamento e acompanhamento.

Consideramos o processo de inclusão como algo contínuo, dinâmico e que deve ser sempre crescente.

Algumas dicas para sua empresa iniciar um processo de inclusão:

• Verifique o número mínimo de colaboradores com deficiência que sua empresa precisa contratar

• Defina as responsabilidades e papéis de cada equipe e departamento, nas etapas do processo de inclusão

• Focalize nas competências e potenciais dos candidatos com deficiência e não em suas dificuldades

• Reflita sobre as possíveis barreiras e obstáculos que poderiam dificultar o processo de inclusão

• Proporcione equipamentos e ambientes acessíveis, realizando todas as adptações no local e nos postos de trabalho, quando necessário

• Disponibilize tecnologias de assistência, quando necessário

• Prepare e capacite toda a equipe que terá contato com a deficiência

• Incentive a participação de todos os colaboradores nas ações inclusivas

• Invista em qualificação profissional

Conte com a AME em todas as etapas.

Serviços Terceirizados
Administração de serviços terceirizados

A terceirização é um processo que traz vários benefícios para as empresas.

Aliado a isso você ainda pode contribuir com a inclusão de pessoas com deficiência e realizar um projeto de responsabilidade social.

A AME é uma organização sem fins lucrativos com atuação exclusiva na inclusão social das pessoas com deficiência, por isto se beneficia do artigo 24 da lei 8666 , que estabelece normas gerais sobre licitações e contratos administrativos no âmbito dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

Confiram o que diz a lei no inciso XX do artigo 24.

É dispensável a Licitação na contratação de associação de portadores de deficiência física, sem fins lucrativos e de comprovada idoneidade, por órgãos ou entidades da Administração Pública, para a prestação de serviços ou fornecimento de mão de obra, desde que o preço contratado seja compatível com o praticado no mercado (Incluído pela Lei nº 8.883, de 1994).


BENEFÍCIOS DA TERCEIRIZAÇÃO

Você pode terceirizar os serviços da atividade-meio e concentrar os seus esforços exclusivamente na sua atividade-fim.

Esse processo promove agilidade, permitindo concentrar as decisões para as atividades produtivas.

A empresa não precisa se preocupar em recrutar, selecionar, registrar e pagar os salários e todas as indenizações do trabalhador terceirizado, além de não recolher todos os encargos trabalhistas e receber um prazo para reembolsar os serviços que lhe foram prestados.

O cliente sabe exatamente quanto vai gastar.

Reduz controles, liberando os supervisores para outras atividades produtivas.

Além disso a empresa tem ganho de imagem, pois demonstra preocupação com a diversidade.

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Intérprete de Libras
Intérprete de Libras

A AME fornece intérpretes de Libras para atuar em diferentes áreas como palestras, cursos, workshops, assim como para exercerem sua atividade de forma regular nas salas de aula de cursos técnicos e universitários.

O intérprete de Língua de Sinais é o profissional que domina a língua de sinais e a língua falada do país e que é qualificado para desempenhar a função de intérprete. Este profissional precisa ter qualificação específica para atuar como tal.Isso significa ter domínio dos processos, dos modelos, das estratégias e técnicas de tradução e interpretação. O profissional intérprete também deve ter formação específica na área de sua atuação (por exemplo, a área da Educação).

A Língua Brasileira de Sinais (Libras) pode ser definida como uma língua natural usada pela maioria dos surdos do Brasil. É uma língua visual e gestual, diferente de todos os idiomas já conhecidos, que são orais e auditivos. Trata-se de uma língua pronunciada pelo corpo e percebida pela visão.

O uso de Libras requer atenção visual, discriminação visual, memória visual, expressão facial e corporal, assim como agilidade manual.

O Decreto Federal 5296/04 regulamentou a Lei nº 10.098/00 que oferece critérios para promoção de acessibilidade, prevendo dentre outras coisas, acesso aos sistemas de comunicação, inclusive através da Libras, sendo desta forma, um importante recurso.
No Brasil, o surdo tem a Libras como sua língua materna natural reconhecida oficialmente pela Lei Federal nº 10.436 de 24/04/2002, regulamentada pelo Decreto nº 5626 de 22/12/2005, e Lei Estadual nº 10.958 de 27/11/2001, considerando como parte da formação continuada, a importância de qualificar profissionais da Educação, Saúde e demais interessados.


• Educação

A AME seleciona e capacita profissionais tradutores/interpretes de
Libras, guia-interpretes para atuação em sala de aula nas diversas
modalidades de ensino.


• Cursos e Oficinas

Realizamos cursos e oficinas personalizadas para sua empresa. A
metodologia segue um parâmetro Fast Learning, isto significa que em
pouco tempo com o suporte de um docente especializado os participantes
conseguirão se comunicar em LIBRAS.

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CURSO - Acessibilidade nos Transportes Coletivos
CURSO - Acessibilidade nos Transportes Coletivos

A AME oferece treinamento para profissionais da área operacional das empresas de Transporte Coletivo.

Agentes operacionais, agentes de segurança, encarregados e chefes de estação são treinados para correta abordagem e correto atendimento frente aos usuários com deficiência ou com mobilidade reduzida.

O Treinamento visa a compreensão dessa significativa parcela da população, para que a segurança e a facilitação do deslocamento sejam assegurados, nos momentos de chegada, permanência e saída das estações e terminais de transporte coletivo.

Os participantes assimilam o que fazer, como fazer, quando fazer, e o que não fazer diante destes usuários.

O treinamento é teórico-prático, com atualizações anuais, abordando temas como acessibilidade e inclusão social, terminologia/nomenclatura, legislação, diferentes tipos de barreiras, conceitos e particularidades dos diferentes tipos de deficiência e formas de abordagem e condução em ambientes planos, rampas, elevadores, escadas fixas e rolantes, acompanhamentos de usuários de cães-guia, além de transposição de obstáculos, como os momentos de embarque/desembarque.

Além dos conceitos teóricos adquiridos, estes profissionais entram em contato com todos os equipamentos utilizados por um usuário nestas condições, como bengalas, muletas, cadeiras de rodas manuais e motorizadas e bengalas-guia.

O treinamento pode ser adaptado às necessidades específicas das empresas de transporte coletivo e ministrado em outros Municípios e Estados.

Carga horária:16h

Saiba mais: (11) 2360 8900


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Soluções para Concursos Públicos

A AME, como sempre buscando a promoção da inclusão social e profissional da pessoa com deficiência, presta assessoria também em todas as etapas da execução de um concurso público.

O Decreto Federal nº 3298 de 20 de Dezembro de 1999, regulamenta a Lei nº 7.853 de 24 de Outubro de 1989 e dispõe sobre a Política Nacional para a Integração da Pessoa com Deficiência. Em seu Artigo 37, fica assegurado à pessoa com deficiência, o direito de se inscrever em concurso público, em igualdade de condições com os demais candidatos, para provimento de cargo cujas atribuições sejam compatíveis com a deficiência que possui.

O candidato com deficiência, em razão da necessidade de igualdade de condições, concorrerá a todas as vagas, sendo reservado no mínimo, o percentual de cinco por cento, em face da classificação obtida. Caso a aplicação do percentual resulte em número fracionado, este deverá ser elevado, até o primeiro número inteiro subsequente. Não se aplica nos casos de provimento de:

• Cargo em comissão ou função de confiança, de livre nomeação e exoneração

• Cargo ou emprego público integrante de carreira que exija aptidão plena do candidato.

No ato da inscrição, o candidato com deficiência que necessite de tratamento diferenciado nos dias de concurso, deverá requerê-lo no prazo determinado em edital, indicando as condições diferenciadas de que necessita para a realização das provas.

O candidato que necessitar de tempo adicional para realização das provas, deverá requerê-lo com justificativa acompanhada de parecer emitido por especialista da área de sua deficiência, no prazo estabelecido no edital do concurso.

A pessoa com deficiência, resguardadas as condições especiais previstas no Decreto 3298/99, participará de concurso em igualdade de condições com os demais candidatos, no que concerne:

• Ao conteúdo das provas

• Avaliação e critérios de aprovação

• Horário e local de aplicação das provas

• Nota mínima exigida para todos os demais candidatos

A publicação do resultado final do concurso será feita em duas listas. A primeira mostrará a pontuação de todos os candidatos, inclusive dos candidatos com deficiência. A segunda lista mostrará apenas a pontuação dos candidatos com deficiência.

As possibilidades de inscrição no concurso pelo candidato com deficiência devem ser previstas através de questões como: escolha do local para a realização da prova, tempo adicional para realização da prova caso haja necessidade, etapas do concurso que podem requerer adaptações, questões de acessibilidade no local da realização das provas e no formato de avaliação.

Consideram-se ajudas técnicas, segundo o Artigo 19 do Decreto 3298/99, os elementos que permitem compensar uma ou mais limitações funcionais motoras, sensoriais ou intelectuais da pessoa com deficiência, com o objetivo de permitir-lhe superar as barreiras da comunicação e da mobilidade, possibilitando sua plena inclusão social.

As ajudas técnicas, aplicadas às situações de trabalho são:

• Órteses que favoreçam a adequação funcional

• Equipamentos, maquinarias e utensílios de trabalho especialmente desenhados ou adaptados para uso por pessoa com deficiência

• Elementos de mobilidade, cuidado e higiene pessoal necessários para facilitar a autonomia e a segurança da pessoa com deficiência

• Elementos especiais para facilitar a comunicação, a informação e a sinalização para pessoa com deficiência

• Adaptações ambientais e outras que garantam o acesso, a melhoria funcional e a autonomia pessoal

Consideram-se procedimentos especiais, os meios utilizados para a contratação de pessoa que, devido ao seu grau de deficiência, transitória ou permanente, exija condições especiais, tais como jornada variável, horário flexível, proporcionalidade de salário, ambiente de trabalho adequado às suas especificidades, dentre outros.

Os chamados Apoios Especiais consistem na orientação, supervisão e ajudas técnicas, dentre outros elementos, que auxiliam ou permitem compensar uma ou mais limitações funcionais motoras, sensoriais ou intelectuais da pessoa com deficiência, de modo a superar as barreiras da mobilidade e da comunicação, possibilitando a plena utilização de suas capacidades em condições de normalidade.

Portfolio



Projetos

Como implementar projetos de inclusão?

De acordo com estimativas da OMS (Organização Mundial de Saúde), existem no mundo, aproximadamente, 610 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, das quais cerca de 63% fazem parte da população economicamente ativa.

O conceito de deficiência inclui uma grande variedade de características físicas, intelectuais ou sensoriais decorrentes de causas adquiridas ou congênitas.

Durante séculos as pessoas com deficiência foram marginalizadas pela sociedade, isoladas em instituições ou em suas próprias casas. Somente na década de 60 é que começam os movimentos reivindicatórios e passaram a lutar por seus direitos.

Atualmente é crescente a presença de pessoas com deficiência nos espaços públicos. Os avanços tecnológicos têm permitido a essas pessoas maior autonomia e, consequentemente, uma participação mais ativa no ambiente escolar, no mercado de trabalho e na vida social.

Cabe esclarecer o conceito de inclusão social, que é o movimento pelo direito incondicional de todos os seres humanos participarem ativamente da vida pública, sem qualquer restrição de credo, religião, posição política, etnia, opção sexual ou grau de deficiência.
 

Justificativa 

A atuação das instituições socialmente responsáveis, no âmbito público e privado, deve contribuir para consolidar uma imagem positiva perante a sociedade ao oferecer igualdade de oportunidade a todos os indivíduos e enfatizar suas qualidades e capacidades.

A convivência com a diversidade proporcionará novas experiências a todos, combatendo o preconceito, estimulando o respeito às diferenças e valorizando a diversidade por meio do reconhecimento da igualdade.
 

Objetivos

Implantar uma política de inclusão social das pessoas com deficiência, compreendida como a eliminação de barreiras físicas, psicológicas e de comunicação, promovendo, assim, as condições adequadas para garantir sua inserção real e virtual.

Para tanto, devemos:

• difundir uma cultura de inclusão buscando sensibilizar o público interno de modo a receber positivamente as pessoas com deficiência e contribuir para o combate ao preconceito e à discriminação e para a criação de um ambiente solidário;

• propor ações que visem garantir a acessibilidade física (mobilidade e usabilidade dos espaços e dos recursos materiais), virtual (mobilidade e usabilidade dos recursos da informática) e de comunicação, tendo por base o conceito de Desenho Universal (concepção de produtos, meios de comunicação e ambientes para serem utilizados poras pessoas, o maior tempo possível, sem a necessidade de adaptação para um ou outro grupo de indivíduos);

• desenvolver programas de atenção específicos destinados aos alunos eu colaboradores que possuam algum tipo de deficiência, de modo a otimizar suas qualidades e habilidades no desempenho de suas tarefas.

Cuidadores na Rede de Saúde Pública
Cuidadores na Rede de Saúde Pública

O Programa de Acompanhante da Pessoa com Deficiência é destinado aos municípios que atribuem especial importância à área da promoção dos direitos e da qualidade de vida das pessoas com deficiências e/ou incapacidades.

Tem como objetivo garantir condições de autonomia, integração e participação das pessoas com deficiência na sociedade, comunidade e família; prevenindo situações de risco e isolamento.

O principal objetivo é oferecer ações de cuidado domiciliar e apoio para as atividades diárias da Pessoa com deficiência (física, restrição na mobilidade, deficiência intelectual, etc.); independente da idade e que se encontrem em situação de dependência das suas atividades funcionais.

A quem se destina: Municípios Brasileiros.

Local de atuação: Ambiente domiciliar e comunidade.

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Cuidadores nas Escolas
Cuidadores nas Escolas

O Programa presta serviço de apoio aos alunos com deficiência , que apresentem severa restrição de mobilidade, auxiliando-os em suas necessidades de locomoção, alimentação e higiene, visa:

Prestar excelente serviço de apoio aos alunos com restrição de mobilidade nas suas necessidades de locomoção, alimentação, e higiene nas escolas do programa;

Preparar adequadamente colaboradores para exercer a função de cuidador nas escolas do programa;

Colaborar para o sucesso do programa de inclusão nas escolas ;

Contribuir para ampliação o número de alunos com deficiência matriculados na rede estadual de ensino;
Para atingir seus objetivos a AME seleciona e treina profissionais para que possam desenvolver suas atividades de auxilio ao aluno em suas necessidades de vida diária e de vida prática.


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Cuidadores na Saúde
Cuidadores na Saúde

A AME oferece serviços de assistência em saúde prestados de forma individualizada por CUIDADORES treinados e supervisionados por equipe multiprofissional.

O modelo de assistência visa garantir ao cliente o atendimento de suas necessidades da rotina diária, recuperando, mantendo ou promovendo maior autonomia. Temos como base uma visão humanista e integral do indivíduo.

A quem se destina: Pessoas de todas as faixas etárias, desde neonatos até idosos, que não necessitam uma estrutura intensiva e apresentem quadro clínico estável ex.:  pessoas com limitação física, doenças crônico-degenerativas, em recuperação cirúrgica, idosos, etc.

Local de atuação: Ambiente hospitalar e domiciliar.

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Programa Praia Acessível

A inclusão das pessoas com deficiência é assunto cada vez mais presente em nossa sociedade. O tema vem gradualmente conquistando espaço e destaque nas discussões públicas, imprensa, empresas e na vida de todos os cidadãos. Alinhado com essa visão, o Programa Praia Acessível faz parte da missão da Secretaria Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SEDPcD), e possibilita a pessoa com deficiência, o usufruto de todos os bens e serviços disponíveis.

Em fevereiro de 2010, o Governo do Estado de São Paulo através da SEDPcD, criou o Programa com a participação da Associação Amigos Metroviários dos Excepcionais (AME), e destinou para alguns municípios do litoral paulista, cadeiras de rodas anfíbias para uso nas praias.

A praia pode ser considerada um dos locais mais democráticos, pois são encontradas pessoas de diferentes classes sociais e características físicas, oriundas de diferentes localidades e culturas, que se encontram na busca de lazer, diversão e descanso.

No entanto, existe uma parcela da população que não pode usufruir da alegria e da diversão na praia, devido a barreiras físicas e arquitetônicas no entorno. Sabe-se da grande dificuldade em conduzir uma cadeira de rodas em areias soltas, como as existentes nas praias, e da impossibilidade de uma pessoa que se locomove em uma cadeira de rodas de chegar ao mar. Sendo assim, muitos nunca tomaram um banho de mar, ou já não recordam quando foi a última vez em que vivenciaram esta experiência.

O programa pretende possibilitar a todas as crianças, adolescentes e demais pessoas que costumam estar excluídas desse lazer, a oportunidade de sair de suas casas em um belo dia de sol, e celebrar a vida e a diversidade, com segurança e dignidade.

O Programa Praia Acessível é destinado a pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, de qualquer idade e de qualquer localidade, que poderão usufruir da praia na sua plenitude graças à cadeira anfíbia, equipamento de tecnologia assistiva, enquadrada segundo Cook e Hussey; 1995 (Assistive Technologies: Principles and Practices, Mosby-Year Book), dentro de uma ampla gama de equipamentos, serviços, estratégias e práticas concebidas e aplicadas para minimizar as dificuldades encontradas pelas pessoas com deficiência. A cadeira é feita com pneu especial, que permite superar a dificuldade da areia e entrar  no mar sem o perigo de afundar. 

Projetos

A AME,  instituição líder na colocação de profissionais com deficiência no mercado de trabalho, alinhada com sua missão da proteção dos direitos e promoção da assistência e emancipação das pessoas com deficiência, continua protagonizando projetos e ações voltados para a inclusão plena.

O mais antigo, e que marca o início da entidade em 1990, é o Centro de Desenvolvimento Humano. Localizado no bairro paulistano do Tatuapé, o centro atua na reabilitação clínica de bebês até adultos com deficiências físicas, intelectuais, auditivas, visuais ou múltiplas, oferecendo abordagem interdisciplinar com atendimento de fisioterapia, RPG, neurologia, psicologia, psicopedagogia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e serviço social.

Bem mais recente é o Praia Acessível, lançado pelo Governo do Estado de São Paulo para facilitar o acesso ao mar de pessoas com deficiência física. Com execução e treinamento de facilitadores assinados pela AME, o projeto passou em Praia Grande, Santos, Ilha Bela e Guarujá, no litoral paulista, demonstrando o uso de uma cadeira especialmente desenhada para o banho de mar, que não afunda na areia e flutua em águas rasas.

Já os cuidadores de aluno com deficiência são profissionais treinados pela AME para facilitar o acesso em termos de locomoção, alimentação e higiene dos estudantes à rede de ensino fundamental do Estado de São Paulo. O serviço já está em operação em cidades como São Bernardo do Campo e Santo André, no ABC paulista, e a expectativa é de expansão para o interior.

Para os alunos das Escolas Técnicas Estaduais (Etecs), a AME capacitou os intérpretes de libras, que acompanham individualmente os alunos na classe, colaborando na comunicação com professores, colegas e dotando de mais condições o processo de aprendizagem.

O programa de acompanhante da pessoa com deficiência física volta-se para o atendimento domiciliar de pessoas com deficiência, visa em ação conjunta com o programa municipal Atenção Básica da Saúde, promover a melhoria da qualidade de vida da pessoa com deficiência, a ação disponibiliza cuidados de saúde, apoio contínuo e informações relevantes para que a pessoa com deficiência e sua família possam se inserir na rede de atendimento nos municípios do Estado de São Paulo.

Todos os projetos e ações evidenciam a persistência da AME ao longo dos anos na efetivação da proposta de inclusão social, fornecendo as ferramentas necessárias paras as duas pontas desta dinâmica: as pessoas com deficiência e as empresas públicas e privadas. Assim, municiadas, ambas constroem uma realidade na qual a pessoa com deficiência pode usufruir de todos os seus direitos como cidadão.

 
 
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19.10.2017